No sertão do nordeste a comitiva do capitão-mor, o maior homem do Ceará, voltava à sua fazenda, junto a sua mulher, Genoveva, e sua filha, Flor. Já bem próximo a terra natal Flor tomou o caminho deixando os outros para trás, enquanto cavalgava o cavalo parou repentinamente temendo algo e nos momentos seguintes a jovem se viu cercada por grandes chamas de fogo, logo ela desmaiou.
Arnaldo era um sertanejo. Vivia na fazenda, mas não se submetia às ordens do capitão, porém dava a vida por ele e sua família. Assim que a família saiu nessa comitiva de viagem até Recife ele também saiu seguindo-os à distância, funcionando como um guardião do qual nem mesmo eles sabiam. Foi assim que seguiu Flor quando ela se afastou e a salvou. Pegou a moça desmaiada, levou-a para casa e logo depois foi embora; ficando sem explicação a salvação da donzela.
A mãe de Flor vendo o fogo logo temeu pela vida da filha e depois de grande aflição encontrou-a em casa. O povo da fazenda mais os empregados que vinham na comitiva cuidaram de apagar o fogo, nessa hora Arnaldo já seguia os rastros na mata que denunciavam quem havia deitado fogo no mato, naquela seca terrível. Os rastros tinham sido apagados, mas o pouco que sobrara denunciou Morão. No entanto a culpa caíra sobre Jô, um velho amigo que vivia em uma gruta nas proximidades de onde o fogo começou.
Sabendo disso Arnaldo levou Jó para outro local e foi atrás de Moirão. Teve com ele na manhã do dia seguinte, os dois eram amigos, mas a vida da família do capitão-mor e a vida de Flor, a quem ele amava ainda mais, eram prioridades. Assim em um combate entre as árvores Arnaldo venceu Moirão, que nunca tinha passado por tal coisa, e declarou que se ele novamente fizesse algo para ameaçar tal família, teria novamente com ele.
Arnaldo era um sertanejo. Vivia na fazenda, mas não se submetia às ordens do capitão, porém dava a vida por ele e sua família. Assim que a família saiu nessa comitiva de viagem até Recife ele também saiu seguindo-os à distância, funcionando como um guardião do qual nem mesmo eles sabiam. Foi assim que seguiu Flor quando ela se afastou e a salvou. Pegou a moça desmaiada, levou-a para casa e logo depois foi embora; ficando sem explicação a salvação da donzela.
A mãe de Flor vendo o fogo logo temeu pela vida da filha e depois de grande aflição encontrou-a em casa. O povo da fazenda mais os empregados que vinham na comitiva cuidaram de apagar o fogo, nessa hora Arnaldo já seguia os rastros na mata que denunciavam quem havia deitado fogo no mato, naquela seca terrível. Os rastros tinham sido apagados, mas o pouco que sobrara denunciou Morão. No entanto a culpa caíra sobre Jô, um velho amigo que vivia em uma gruta nas proximidades de onde o fogo começou.
Sabendo disso Arnaldo levou Jó para outro local e foi atrás de Moirão. Teve com ele na manhã do dia seguinte, os dois eram amigos, mas a vida da família do capitão-mor e a vida de Flor, a quem ele amava ainda mais, eram prioridades. Assim em um combate entre as árvores Arnaldo venceu Moirão, que nunca tinha passado por tal coisa, e declarou que se ele novamente fizesse algo para ameaçar tal família, teria novamente com ele.
Moirão tentou justificar-se, afinal foi humilhado pelo capitão, pois quando trabalhou na fazenda vizinha, Marcos Fragoso, filho do dono, o impediu de morrer e assim devendo-lhe a vida, a mando de Marcos entregou um presente a Flor, pois Marcos era apaixonado pela moça, mas a menina gritou pelo pai que lhe puxou pela orelha e o humilhou. Arnaldo, no entanto, não aceitou a justificativa e disse que em nova tentativa de vingança mataria-o.
Os homens do capitão saíram à procura do causador do incêndio, vieram então perguntar a Arnaldo sobre Jó, mas ele disse que tal coisa só diria ao capitão. Assim, quando ele voltou à casa da fazenda o patrão lhe perguntou quem causara o fogo, mas ele não respondeu, sendo assim desobedeu ao capitão. E isso era inadmissível, mas com interseção de Flor o capitão disse que concedia o perdão se ele o pedisse, Arnaldo negou e por muitos dias esteve metido no mato sem que ninguém desse notícia.
O novilho de Flor também havia sumido e foi assim que Arnaldo voltou à fazenda trazendo o novilho de volta. Assim que chegou o capitão-mor fez-lhe vaqueiro da fazenda, cargo vago desde a morte do pai de Arnaldo, o melhor vaqueiro daqueles tempos superado apenas pelo o próprio filho.
Nesses tempos Marcos Fragoso dono da fazenda vizinha veio para habitá-la, o seu objetivo era casar com Flor. Jó ficara a vigiar a casa dele e assim Arnaldo estava a par de tudo que lá se passava. Conversando, capitão-mor e Genoveva resolveram que Marcos Fragoso, que passara ali quando chegaram às terras, seria um bom noivo para Flor.
Nesses tempos Marcos Fragoso dono da fazenda vizinha veio para habitá-la, o seu objetivo era casar com Flor. Jó ficara a vigiar a casa dele e assim Arnaldo estava a par de tudo que lá se passava. Conversando, capitão-mor e Genoveva resolveram que Marcos Fragoso, que passara ali quando chegaram às terras, seria um bom noivo para Flor.
Marcos fez então um convite de almoço e apenas para evitar a perda do pretendente o capitão aceitou o convite, na comitiva iam homens do capitão dentre eles Arnaldo, e mais Flor, Genoveva e Alina, uma orfão criada por eles. Ao se encontrarem antes de chegarem ao local onde a tenda estava armada veio à tona a história do boi Dourado.
Dourado era o mais belo, valioso e veloz boi daquelas terras e homem nenhum o havia capturado. Bastou falar que ele que apareceu e assim os homens se animaram em uma perseguição ao boi. Fragoso disse que não só o laçaria como faria do couro do boi sandálias para a moça mais bela. Arnaldo não foi pra caçada, apenas observava. Flor, Genoveva e o padre Teles que por regras da sociedade não podiam se divertir na caçada foram caçar pequenos novilhos que estavam soltos ali. Flor, para maior diversão, tirou seu chale vermelho e começou a sacudi-lo.
Dourado era o mais belo, valioso e veloz boi daquelas terras e homem nenhum o havia capturado. Bastou falar que ele que apareceu e assim os homens se animaram em uma perseguição ao boi. Fragoso disse que não só o laçaria como faria do couro do boi sandálias para a moça mais bela. Arnaldo não foi pra caçada, apenas observava. Flor, Genoveva e o padre Teles que por regras da sociedade não podiam se divertir na caçada foram caçar pequenos novilhos que estavam soltos ali. Flor, para maior diversão, tirou seu chale vermelho e começou a sacudi-lo.
Um boi que estava próximo veio correndo pra cima dela e assim Arnaldo a salvou, depois de tal alto se lançou na caça ao Dourado o que só irritou Fragoso que logo de início viu nele um inimigo. Por fim Arnaldo se afastou muito na caça ao boi. Conseguiu pegá-lo, mas sabia que um boi como aquele não podia ficar cativo, apenas o marcou com o símbolo de Flor.
Todos já tinham terminado o almoço quando Arnaldo chegou. O que se passava era que Fragoso ia pedir a mão de Flor durante o caminho de volta e caso recebesse uma resposta negativa seus homens já estavam prontos em uma emboscada para roubá-la. Mas como Jó vigiava a fazenda de Fragoso eles sabiam do plano e depois de libertar Dourado Arnaldo se juntou a Jó que tinha colocado ervas nas bebidas dos que preparavam a emboscada adormecendo-os e assim juntos prenderam a todos.
Todos já tinham terminado o almoço quando Arnaldo chegou. O que se passava era que Fragoso ia pedir a mão de Flor durante o caminho de volta e caso recebesse uma resposta negativa seus homens já estavam prontos em uma emboscada para roubá-la. Mas como Jó vigiava a fazenda de Fragoso eles sabiam do plano e depois de libertar Dourado Arnaldo se juntou a Jó que tinha colocado ervas nas bebidas dos que preparavam a emboscada adormecendo-os e assim juntos prenderam a todos.
Quando chegou à tenda narrou o que fizera com Dourado e o capitão fez das palavras de Arnaldo palavras suas. Então partiram, Fragoso e o capitão ficaram para trás e foi aí que ele pediu a mão de Flor em casamento, no entanto o seu pedido foi de forma que seria uma honra a eles que Flor se cassasse com ele, isso desagradou o capitão que era o homem mais poderoso daquele sertão, assim a proposta foi recusada. Fragoso então deu o sinal, para que a moça fosse rapitada.
Porém, Arnaldo viu tudo e quem respondeu o sinal foi ele e assim Fragoso e seus homens foram embora acreditando que Flor estava em seu poder. No entanto a moça chegou sã e salva em sua casa. Fragoso irritado com aquilo criou um novo plano.
Rosinha, uma de suas empregadas, e José foram à casa do capitão, ao chegarem lá falaram que ela era uma viúva e que seu marido tinha sido assassinado por glorificar o capitão, um homem que o odiava matou-lhe.
Porém, Arnaldo viu tudo e quem respondeu o sinal foi ele e assim Fragoso e seus homens foram embora acreditando que Flor estava em seu poder. No entanto a moça chegou sã e salva em sua casa. Fragoso irritado com aquilo criou um novo plano.
Rosinha, uma de suas empregadas, e José foram à casa do capitão, ao chegarem lá falaram que ela era uma viúva e que seu marido tinha sido assassinado por glorificar o capitão, um homem que o odiava matou-lhe.
O plano era que o capitão para não ser desonrado por tal homem inventado, saísse à procura dele, mas ele não foi, mandou grande parte de seus homens. Nesses tempos Fragoso voltava com uma armada pronta para tomar a moça. Em uma manhã Rosinha, por quem Flor adquiriu grande afeição só nesse tempo que ficara ali, convidou-a para um passeio, José avisou aos outros homens que estavam na floresta que era a hora de agir. Mas Arnaldo que sempre seguia vigiando Flor conseguiu salvá-la.
Mas a esse momento chegava Fragoso à fazenda com quatrocentos homens, prontos a tomar a moça já que novamente não tinha conseguido. No entanto capitão-mor tinha consigo apenas cinquenta homens, pois o resto estava à procura do tal que Rosinha inventara. Porém, Arnaldo e Jó sabiam do perigo que estava perto, então Jó foi à procura da tribo Jucás, o chefe era um amigo de Arnaldo que lhe devia a vida e a liberdade. E Arnaldo avisara aos homens do capitão que voltassem no menor prazo possível, pois a família corria perigo. Fragoso tentou ainda por duas vezes ter a mão da moça de forma pacífica, mas não obteve, em resposta à sua última tentativa o capitão-mor mandou uma carta dizendo que na manhã seguinte ele teria sua resposta.
A resposta era o casamento de Flor com Leandro Barbalho seu primo, antes do casamento se consumar Fragoso deu-se pelo que se passava e inicou o combate armado, enquanto tal se passava o padre Teles realizava o casamento, mas antes dele terminar uma flecha o atingiu matando-o. Depois desse momento Arnaldo voltou a si, afinal não perdera a sua amada, fez um sinal para a tribo Jucás e assim de um lado os índios atacaram e do outro os récem chegados empregados e assim venceram Fragoso e seus homens.
Mas a esse momento chegava Fragoso à fazenda com quatrocentos homens, prontos a tomar a moça já que novamente não tinha conseguido. No entanto capitão-mor tinha consigo apenas cinquenta homens, pois o resto estava à procura do tal que Rosinha inventara. Porém, Arnaldo e Jó sabiam do perigo que estava perto, então Jó foi à procura da tribo Jucás, o chefe era um amigo de Arnaldo que lhe devia a vida e a liberdade. E Arnaldo avisara aos homens do capitão que voltassem no menor prazo possível, pois a família corria perigo. Fragoso tentou ainda por duas vezes ter a mão da moça de forma pacífica, mas não obteve, em resposta à sua última tentativa o capitão-mor mandou uma carta dizendo que na manhã seguinte ele teria sua resposta.
A resposta era o casamento de Flor com Leandro Barbalho seu primo, antes do casamento se consumar Fragoso deu-se pelo que se passava e inicou o combate armado, enquanto tal se passava o padre Teles realizava o casamento, mas antes dele terminar uma flecha o atingiu matando-o. Depois desse momento Arnaldo voltou a si, afinal não perdera a sua amada, fez um sinal para a tribo Jucás e assim de um lado os índios atacaram e do outro os récem chegados empregados e assim venceram Fragoso e seus homens.
Ao final o capitão-mor veio descobrir que a vitória só foi possível pela ação de Arnaldo e ofereceu-lhe o que quisesse, não lhe pediu a mão da amada Flor, pediu a de Alina para Agrelaum, um dos empregados da casa e só.
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